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A Plumagem dos Nomes - Gilberto: 50 Anos de Literatura
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A Plumagem dos Nomes - Gilberto: 50 Anos de Literatura

O título escolhido precisa de algum esclarecimento. Antes de escrever este depoimento, fui desencantar na Internet uma entrevista de Gilberto Mendonça Teles, concedida, em 2004, a um grupo de jovens escritores para a rubrica ?Trilhas literárias?, do site Plataforma para a poesia. A entrevista foi intitulada ?Lições para botânicos e jardineiros?, o que me trouxe à memória uma frase de Bernardim Ribeiro na sua História da menina e moça. Durante a primeira conversa da Dona com a Menina, a Dona, lamentando o desconcerto do mundo, evoca saudosamente o tempo em que as antigas árvores do vale, ?ajudadas de pomereiras mãos, produziam seus perfeitos fruitos?.
Ora, neste ano de 2005, em que se comemoram os 50 anos de poesia de Gilberto Mendonça Teles, vão florescendo as homenagens, entrevistas e artigos dedicados ao poeta. Mas o que eu desejo lembrar aqui é a ajuda que deram as suas ?pomareiras mãos? à compreensão da literatura brasileira, e, em particular, da poesia, não apenas no Brasil, mas também em Portugal, na Espanha e na França, entre outros.
Por minha parte, o primeiro Gilberto com quem travei conhecimento (intelectual) foi o ensaísta. Aí pelos anos 1975, para os estudantes que preparavam o concurso de professores de português tive de preparar um ponto de literatura brasileira sobre a poesia de Carlos Drummond de Andrade. Fui consultar antes de tudo a bibliografia disponível na biblioteca de Estudos Portugueses e Brasileiros da Sorbonne. Naquela época remota, nem sequer imaginávamos a possibilidade de irmos passear pela Internet. Mas havia nessa biblioteca vários estudos muito sérios, entre os quais um de Gilberto Mendonça Teles : Drummond: a estilística da repetição. O livro era recente, já que fora publicado em 1970. E foi mesmo para mim um achado feliz, que utilizei largamente no meu curso. O autor do ensaio procedia com rigor e minúcia a uma análise metódica dos textos poéticos de Drummond, classificava clara e sutilmente os procedimentos usados pelo poeta, evidenciando, deste modo, a virtuosidade técnica do itabirano e a qualidade estética dos seus poemas. Eu ignorava, então, que estava em presença de um poeta analisando o fazer poético de outro poeta.
ANNA-MARIE QUINT
Universidade de Paris III

Organização: Eliane Vasconcellos
16x22,5cm, 812 p.,
ISBN: 978-85-7766-096-4

Este produto foi adicionado ao nosso catálogo em quinta 09 agosto, 2007.
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